sexta-feira, 31 de julho de 2009

Convite: Ordenação Diaconal


A Congregação dos Missionários de São Carlos - Scalabrinianos, a Paróquia Nossa Senhora das Graças, meus familiares e eu, Román Viveros Costeño, CS; temos a alegria de convidar você e sua família para a Celebração Eucarística na qual serei ordenado Diácono pela oração da Igreja e pela imposição das mãos de Dom Jacyr Francisco Braido, CS; Bispo da Diocese de Santos, SP.

Data: Domingo, 09 de agosto de 2009

Horário: 9:00h

Local: Matriz Nossa Senhora das Graças

Rua Pe. Anchieta 107, Vila Alice

Vicente de Carvalho, Guarujá, SP.

Fone: (13) 3352-1218

“Quanto a mim, devedor de tudo a todos, de acordo com minhas forças, abraçarei a todos com meu ministério, fazendo-me servo de todos pelo Evangelho” (Bem-aventurado Scalabrini)


Eu vos dei o exemplo, para que façais o que eu fiz” Jo 13,15

“Para o migrante a pátria é a terra que lhe dá o pão”

Beato Scalabrini

Centro Vocacional Scalabriniano:

Tel. (11) 2273-9214

E-mail: vocaresc@uol.com.br

www.escalabrinianos.com.br

Seminário João XXIII

Rua Dr. Mário Vicente, 1108 – Ipiranga

Cep 04270-001 – São Paulo, SP

Tel. (11) 2061-1492

domingo, 26 de julho de 2009

Jornada Vocacional


Começou neste sábado, 25 de julho de 2009 a 2ª Jornada Vocacional.
No salão paroquial muitos estandes, diversos movimentos e pastorais, muita cor, alegria, partilha e companheirismo.

Na missa celebrada pelo Pe. Paulo Caovila, uma historinha muito bacana, que explica a foto abaixo:

Primeiro o padre chamou o seminarista Abraão, mexicano, que está conosco aqui em Vicente de Carvalho e pediu que ele representasse a vocação sacerdotal, deu a ele uma Bíblia grande, daquelas que se segurar alto por muito tempo cansa, mas esse era o objetivo: que cansasse.

O padre tem a missão de levar a palavra ao povo, mas sozinho, ele fica triste e cansado.

Então, vem a família. Outra vocação importante que pode dar uma forcinha. Abraao deu um sorriso e ficou feliz.

... mas ainda era pouco, quando as religiosas foram chamadas e também ajudaram.

... mas a Messe é grande e então vieram os catequistas.

... mas os ouvidos, as pessoas, os caminhos ainda eram muitos: chegaram os leigos: animadores, jovens, vicentinos, migrantes, liturgia, infância missionária, Crisma, Pascon, legião de maria... todos sem distinção.

Na missão de construir um mundo mais justo e mais fraterno sempre uma mãozinha a mais é bem vinda.

Visitem os estandes no domingo.

Teremos ainda formação:
8h30 às 10h Lideranças
10h30 às 12h Jovens
15h às 17h Catequistas.

Rafaela Andrade

quinta-feira, 23 de julho de 2009

A caixa preta do Senado


Todos sabem que os aviões têm caixas pretas (de cor laranja). Servem para gravar o que ocorre na cabine do piloto ou as manobras feitas por este. Diante das tragédias como a dos vôos da Gol, da TAM ou da AirFrance, as caixas pretas podem fornecer pistas valiosas para a descobrir as causas do desastre. Em meio aos escombros da aeronave, o conteúdo delas pode orientar o olhar dos peritos e, é claro, corrigir defeitos, evitando novos acidentes.

Há meses o Senado brasileiro atravessa uma zona prolongada de turbulência. Nela emergem dos subterrâneos uma série de escândalos: passagens aéreas e benefícios para familiares, centenas de atos secretos, funcionários fantasmas e agora as contas paralelas. Grande parte dos parlamentares está envolvida, incluindo o Senador José Sarney, o qual, segundo o presidente da República, não pode ser julgado “como uma pessoa uma pessoa normal”.

De fato não! É um político que tem uma larga história, seja em nível estadual seja em nível nacional. Resta discernir nessa longa trajetória política o que é serviço e o que é desserviço. Aliás, todo político deve estar sujeito a essa avaliação. É eleito pelo povo e pago com dinheiro público. Tem o dever de prestar contas de seus atos,da mesma forma que a população tem o direito de acompanhá-lo de perto.

O conceito de transparência é inerente à maturidade democrática. O Senador José Sarney não é um homem normal, não senhor, é um dos mais destacados representantes de uma oligarquia que há muito se perpetua no poder, usufruindo de seus benefícios.

Nessa longa turbulência do Senado e nesse desastre que se abateu sobre o Congresso Nacional, o que revela sua caixa preta? Em primeiro lugar que é impossível esconder um poder paralelo, localizado por trás do palco de carpete azul e de poltronas confortáveis. Nos bastidores,alguns funcionários de alta patente ditam o que se deve e o que não se deve divulgar sobre os atos do Senado. Seu método de ação é, não raro, a chantagem sobre os próprios senadores, contando ou com sua ignorância ou com sua miopia sobre os favores prestados apadrinhados.

Uma coisa é o que se proclama do alto da tribuna ou na mesa da presidência, diante dos holofotes da mídia, outra coisa o que se decide por trás dos panos. Em segundo lugar, a caixa preta nos revela que durante praticamente todo este ano o Senado esteve debruçado sobre si mesmo. Ao invés de assumir a tarefa de legislar, segue rodopiando ao redor do próprio vômito. Enquanto isso, as reformas urgentes e necessárias ao país e à população vão rastejando de mesa em mesa, quando não mofando no fundo das gavetas. Daí que seja lícito perguntar quando os senadores vão começar a trabalhar! De um lugar de reflexão e de decisão, o Senado se mostra um ralo do dinheiro público.

Por fim, a caixa preta evidencia uma vez mais que, em se tratando de política brasileira, nepotismo, corrupção e tráfico de influência – “os males do Brasil são”! Males historicamente incorporados, ao mesmo tempo, à cultura do mando e da submissão, da Casa Grande e da Senzala. As tradicionais figuras do Coronel, do Sinhozinho, do Doutor, do Patriarca, entrincheiradas em retrógradas oligarquias, ainda comandam os palcos e os bastidores do Congresso Nacional, para não falar do Executivo e do Judiciário. A democracia brasileira carrega vícios, nós e entraves muito pesados e de difícil resolução.

Encontrada a caixa preta, o que fazer? Dois caminhos se impõem: ou os peritos avaliam seriamente as coisas, vão ao fundo das causas, propõem uma limpeza geral, e apontam para horizontes novos e arejados; ou passam um verniz na situação, sacrificam alguns bodes expiatórios, forjam uma aliança cúmplice com os demais poderes e tudo volta a ser como antes. Alguém tem dúvida de qual será o caminho escolhido?

Pe. Alfredo J. Gonçalves, CS

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Esperteza, cúmulo da burrice



Atribui-se a Pedro Aleixo a observação de que o esperto julga-se tão esperto que acaba atolado na própria burrice. Considera-se intelectualmente superior àqueles que o cercam. Desse salto alto encara-os com um misto de superioridade e desdém.

Superioridade por orgulhar-se de levar vantagem. Desdém por ver aquele pai de família ralando anos a fio para ganhar, de salário mensal, uma quantia que o esperto abocanha em poucas horas. O esperto corrompe e se deixa corromper, porque sua burrice o convence de que jamais será pego de calça na mão. Sabe que não é um ladrãozinho pé-de-chinelo que furta na esquina. Nem o mafioso de arma pesada em mãos, trocando tiros com a polícia. O que o diferencia do bandido é que faz questão de passar por honesto aos olhos de quem o cerca. Seu jogo é sutil, refinado, maquiavélico. Não bate de frente com a lei. Procura contorná-la, burlá-la, agindo por cima ou por baixo dela, sem confronto.


O esperto adora labirintos. Não mete a mão diretamente na cumbuca do dinheiro. Prefere sujar a alma do que as mãos. Assim, inventa mecanismos pelos quais o dinheiro sai legalmente do Tesouro nacional, a cavalo em robustos faturamentos aprovados na viciada roleta das licitações e, ao ingressar na malha bancária, gera filhotes bastardos. Na prática cínica de suas maracutaias, se vangloria por tudo funcionar tão bem. Não se considera criminoso, mas esperto. Nessa cegueira, nem percebe que tece em volta uma rede de cúmplices ativos e passivos.

Só toma consciência disso quando desaba seu frágil castelo de cartas. Então, secretárias, motoristas, contínuos, antes tidos como cegos, surdos e mudos, mostram-se mais vivos do que nunca. Até porque esperam que a fritura do esperto não respingue neles.

O esperto não é apenas o político malversador ou nepotista, o diretor de estatal que embolsa verbas com invejável assepsia ou o publicitário que nada de braçada em orçamentos superfaturados. É também o síndico que se aproveita de sobra contábil não percebida pelos condôminos; o gerente que desvia mercadorias; o caixa que se vale da distração de um correntista; o padre que utiliza como seu os fundos da paróquia.

Evita-se criar espertos através de rígida educação ética. Meu pai era servidor público. Suas funções lhe permitiam entrar gratuitamente em cinemas. Fazia questão de pagar o bilhete. Trabalhou por um dia na rede bancária privada. Escalado, como advogado, para arrestar os bens de uma inadimplente, preferiu retornar com a carta de demissão a tirar de uma pobre costureira sua máquina Singer. E minha mãe me ensinou que o pobre é tão digno como o rico e, ao sumir um objeto na casa, é preferível desconfiar da própria memória que da faxineira.

Todo esperto traz dentro de si um arrogante, um alpinista social, um invejoso. Ele quer subir rápido na vida, ostentar bens que tanto ambiciona, refestelar-se em sua gorda conta bancária, morar em casa vistosa e andar em carro do ano. É essa burrice que denuncia fácil o esperto, pois os próprios familiares sabem que ele não ganha o suficiente para amealhar riqueza que parece brotar da lâmpada do Aladim.

O esperto tem horror a pobre e à pobreza, exceto como figuras de retórica. Nunca o convidem a ir à periferia ou subir uma favela. Se gosta de viajar, prefere o circuito Elizabeth Arden - Paris, Londres e Nova York. Se é chegado ao meio rural, cria cavalos e freqüenta rodeios. E adora andar na moda, com roupas de grife e sapatos lustrosos.

Todo corrupto acreditou-se esperto um dia. E a corrupção é um vírus presente em todas as instituições. Na Igreja Católica, muitos se lembram do caso Marcinkus e do Banco Ambrosiano. O corrupto acredita que a causa que defende justifica os meios pelos quais opera. E, na sua obtusidade, julga que seus cúmplices comungam o mesmo idealismo, quando na verdade tratam de multiplicar os dígitos de suas fortunas.

É benéfico à nação expor via TV, em tempo real, as inquirições das CPIs. Isso ajuda a criar vergonha na cara, temer passar pelo mesmo pelourinho, talvez inibindo muitos que andavam à beira da tentação. E é inútil os partidos, agora, tramarem um acordão. O eleitor não está cego. Exige a reforma política, prometida mas ainda não cumprida. As urnas de 2006 haverão de depurar o joio do trigo, malgrado a esperteza de alguns que ainda não se convenceram de sua burrice e insistem em se agasalhar sob o manto de suposta impunidade.

Bem que o Evangelho alerta em sua divina sabedoria: ''Tudo o que disserdes às escuras, será ouvido à luz do dia; e o que falardes nos quartos, será proclamado sobre os telhados'' (Lucas 12,1-3).


Frei Betto
Jornal do Brasil

terça-feira, 14 de julho de 2009

Convite: Quermesse da Juventude

Todos os grupos da nossa paróquia se uniram
para uma quermesse animada e descontraída.
Venderemos comidas e bebidas típicas,
terá brincadeiras e quadrilha.
O evento acontecerá no próximo Sábado - dia 18,
às 20hs no salão paroquial.

Todos estão convidados!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Grupo Messe

















O grupo de jovens - MESSE - da Comunidade Bom Jesus dos Passos nasceu em 1994 e é um dos grupos de mais histórias e anos de caminhada de Vicente de Carvalho.

Apoiados pelo saudoso Pe. Paolo, o grupo surgiu como uma alternativa para os jovens que não tinham nenhuma atividade na igreja, já que havia somente a catequese, perseverança (infância missionária) e por fim o Crisma. Na sua primeira formação, faziam parte do grupo: Luizinho, Fernando, Edinho, Luciane, Paulo Henrique, Eliana, Fabiana, Joelson...entre outros tendo como coordenador o Daniel - pai do Fernando e da Raquelzina. E foi com essa formação que o grupo percorreu seus 3 primeiros anos.

Em 98 o grupo contava com 25 pessoas, sob a coordenação de Paulo Henrique.

Em 99, um final de semana por mês faziam visitas na Casa do Menor para animar as crianças, levavam produtos de limpeza e muita alegria. E assim foram por 4 ou 5 meses. Houve alguns desentendimentos alguns saíram, mas os que ficaram não desistiram.

Entre 2000 e 2001 a coordenação do grupo ficou por conta da Audrey(mãe do Mateus e do Thiago), nessa época alguns do grupo se dividiram entre renovação carismática e PJ, dando passe livre quem quisesse participar dos eventos da PJ, ia, e quem quisesse participar dos eventos do grupo de oração também estava livre para participar.
Após alguns desentendimentos em 2001, em 2002 a galera se reformulou, foi a época do rock no Messe, de 2003 até o meados de 2007 foi o ápice do grupo, nesses anos tiveram como coordenadores o André e a Stephani, numa época em que o grupo cresceu de maneira significativa, chegando a ter em um domingo de encontro até 70 pessoas. Foi a época dos Utopias, noites de festa na qual arrecadavam alimentos para doação e faziam shows com a apresentação das bandas que faziam parte do grupo, e montavam sempre uma banda com repertório religioso, daí o nome Utopia a mistura de rock e igreja!
Nos anos de 2006 e 2007 o Roberto e a Gilvanete assessoraram o grupo. No final de 2006 as pessoas desanimaram e começara a sair do grupo, quase não haviam encontros nessa época, foi então que pessoas como a Stephani, Léo e o Elói foram sinônimos de perseverança e não desistiram.
Em Janeiro de 2007, Arthur e sua esposa - Graziela, resolveram assumir a coordenação do grupo e chamaram o pessoal do Crisma para participar. Além deles tinha o Léo, Elói, Fernanda, Bruno Luciana e Diego... começaram o ano com um aprofundamento muito grande na Bíblia, com a meta de fazer com que o interesse pela Palavra de Deus aflorasse na galera, e assim foram encontros, retiros, espiritualidades muito fortes e muito lindas, mas não ficava só na oração, estavam com sua AÇÃO CONCRETA - um trabalho ininterrupto de entrega de café da manhã para os moradores de rua nas manhãs de sábado da Av. Thiago Ferreira.

Em Setembro de 2007 Arthur deixa a coordenação com o Bruno e com o Elói, eles coordenaram até Agosto de 2008, depois passaram para o Fábio, e o mesmo entregou para o Léo alguns meses depois em razão do seu trabalho ser de turno e ele não poder estar sempre presente no grupo.

O ano de 2009 começou bem devagar, algumas pessoas desanimaram, ou encontraram outros rumos, e mais uma vez o grupo está buscando um meio de crescer novamente, o trabalho do café da manhã está praticamente a cargo do Léo que faz praticamente tudo sozinho, mas também não desanima.

Grupo Messe
"União, Força e Amor"
Encontros - Domingos, 18hs
Comunidade Bom Jesus dos Passos

Informções por Arthur - Comunidade Bom Jesus dos Passos/ Grupo Messe

sábado, 4 de julho de 2009

Uma tour pelos grupos




A JUVENTUDE da Paróquia Nossa Senhora das Graças atualmente sob coordenação do Edilson,Jeferson, Bruno, Maria Carolina e Aline; conta com 9 grupos de jovens entre comunidades, cada um com sua própria história na comunidade e com sua própria caminhada, mas todos unidos por um só carisma. Somos todos scalabrinianos e formamos mais que um grupo - somos uma família. Todos podem conhecer de perto o compromisso que cada grupo tem, basta fazer uma visitinha no encontro.Vale a pena conhecer cada um. Saiba a comunidade e horário dos grupos:

JR [Juventude Renovada]
Sábados, 20hs
Comunidade Aparecida (da Oswaldo Cruz)
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JUSC [Jovens Unidos Seguindo a Cristo]
Domingos, 15hs
Comunidade Sagrado Coração de Jesus
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Ágape
Domingos, 15hs
Comunidade São Paulo Apóstolo
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JIPS [Jovens Iluminados pelo Senhor]
Domingos, 16hs
Comunidade São João
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JPC [Jovens Para Cristo]
Domingos, 16hs
Comunidade São Judas Tadeu
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Vocare
Domigos, 17hs
Comunidade São José
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JUDÁ [Jovens Unidos Doando Amor]
Domingos, 17h30
Matriz Nossa Senhora das Graças
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Messe
Domingos, 18hs
Comunidade Bom Jesus dos Passos
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Renovação
Domingos, 19hs
Comunidade Santo Antônio

Todos são bem-vindos!