domingo, 30 de outubro de 2011

Gincana do Crisma - Resultado do Brechó e Grupo 5

Na Comunidade Aparecida - Brechó 2

Na Comunidade Aparecida - Brechó 2

Na Comunidade Aparecida - Brechó 2

Muitas são as histórias em torno do Brechó que foi realizado, apesar da chuva o evento foi um sucesso e mesmo que nem todos os crismandos estejam verdadeiramente envolvidos, os que estão, fazem a festa. 

Teve crismando se despedindo dos brinquedos da infância, outros que pediram para tia ajudar, alguns aprenderam com vídeos da Internet a confeccionarem coisas para vender feitas em material reclicável. Claro que a gente não precisa vender para repassar, podemos doar e deixar que aquilo que não nos serve mais possa ser reutilizado, com certeza quem se envolveu no Brechó pode perceber isso de perto. 

Isso me lembrou o dia em que meu irmão resolveu doar uns brinquedos, mas precisamente a coleção de bolinha de gude e a de 'hominho" ( seria homenzinho, mas moleques chamam de hominho mesmo) ele espalhou todos na sala e lembrou a história de todos, ele dizia: " Esse aqui eu comprei na Feira", "Esse outro aqui eu ganhei no bafo( aquele de figurinha)" e assim por diante. Ele respirou fundo e disse: Pai, pode dar pros meninos aí da rua. 

No outro dia quando ele chegou em casa, tinha gente até da rua de trás espalhados pelas calçadas, uns com bolinha de gude outros com os "hominhos", quando ele entrou disse: " Puxa, não é que eles estão aproveitando meus brinquedos!" 

Pois é.  Fica a dica.

Pontuação da Gincana - Brechó
100 pontos para quem arrecadou e 100 pontos para quem ajudou a vender.

No Brechó 1:
200 pontos - Grupo 1 - Sagrado Coração
200 pontos - Grupo 5 - Matriz Vânia/ Zuleide/ Vera


No Brechó 2:
Todos os grupos compareceram
Grupo 2 - 400 pontos ( Passos e São Paulo)
Grupo 3- 400 pontos (Sagrada Fanília e Aparecida)
Grupo 4 - 400 pontos (São João e São Judas)

Grupo 5
A turma da Matriz - Vania, Zuleide e Vera continua firme - Eles fizeram:




Latinhas 25/09/11
Cx de leite 25/09/11
Garrafa Pet 16/10/11

São mais 300 pontos.

Vamos juntos e perseverantes!!!
Parabéns a todos!

domingo, 23 de outubro de 2011

Conscientize. Recicle.


Somos mamíferos e desde bebes desfrutamos do leite materno. Após um tempo nossas mães substituem esse leite por leite de vaca. Normal para qualquer ser humano. Ao longo da vida consumimos litros e litros de leite, seja para simplesmente beber, ou na fabricação de receitas. Parando para pensar, os litros de leite foram consumidos, mas aonde foram parar todas as caixas de leite que conservavam eles?

 Atualmente no Brasil, a reciclagem de caixas de leite, ou mais conhecidas por embalagens longa vida, vem crescendo cada vez mais. Essas caixinhas compostas por papel, alumínio e plástico, trouxeram praticidade e  benefício social, pela a duradoura estocagem de leite em lugar em onde não possuem geladeira. Juntamente com o progresso, vieram sérios danos ambientais, pelo descarte dessas embalagens nos lixões. A coleta seletiva é importante para enviar essas caixas para o devido lugar onde elas serão tratadas e reaproveitadas da melhor forma. A coleta das caixinhas gera emprego e renda. Dados revelam que no Brasil existem 1 milhão de catadores.

É incrível como aquelas caixas nas mãos certas podem ser recicladas:



A Tetra Pak que é a pioneira na fabricação dessas caixas disponibilizou um site para aqueles que querem ajudar nesta conscientização. O site: http://www.rotadareciclagem.com.br funciona da seguinte forma: Você digita seu endereço, e o site vai indicar no mapa, locais aonde você pode levar as caixas de leite para a reciclagem.

Dê o destino certo ao seu lixo. Ajude nosso mundo!

 Este texto foi enviado pela crismanda Karol Rabelo da Comunidade Sagrado Coração e soma 30 pontos na Gincana - Bela dica parabéns!!!

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

A casa dos mil espelhos



Tempos atrás em um distante e pequeno vilarejo, havia um lugar conhecido como a casa dos 1000 espelhos.Um pequeno e feliz cãozinho soube deste lugar e decidiu visitar.

Lá chegando, saltitou feliz escada acima até a entrada da casa. Olhou através da porta de entrada com suas orelhinhas bem levantadas e a cauda balançando tão rapidamente quanto podia. Para sua grande surpresa, deparou-se com outros 1000 pequenos e felizes cãezinhos, todos com suas caudas balançando tão rapidamente quanto a dele. Abriu um enorme sorriso, e foi correspondido com 1000 enormes sorrisos. Quando saiu da casa, pensou: "Que lugar maravilhoso! Voltarei sempre, um montão de vezes".

Neste mesmo vilarejo, um outro pequeno cãozinho, que não era tão feliz quanto o primeiro, decidiu visitar a casa. Escalou lentamente as escadas e olhou através da porta. Quando viu 1000 olhares hostis de cães que lhe olhavam fixamente, rosnou e mostrou os dentes e ficou horrorizado ao ver 1000 cães rosnando e mostrando os dentes para ele. Quando saiu, ele pensou: "Que lugar horrível, nunca mais volto aqui".

Todos os rostos no mundo são espelhos.

Que tipo de reflexos você vê nos rostos das pessoas que você encontra?
Texto: Folclore Japonês - Recebido por email

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Gincana do Crisma: São João e o Grupo 4 despertando

O Grupo 4 demorou para aparecer na Classificação geral, mas chegaram com propriedade elaborando bonitos cartazes para compor o mural além da campanha do óleo e da pilha - são 300 pontos. E o despertar do grupo.

Bem-vindos! Muita luz e perseverança!
Vamos juntos nesta gincana!!





segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Caixas de Leite são utilizadas em hospital

Aproveitando de sua natureza térmica, uma das destinações das caixas de leite é no armazenamento de remédios em hospitais.





Enviado por Turma de Crisma - Matriz( Vania, Zuleide e Vera) - São mais 30 pontos - Grupo 5 disparando.

sábado, 15 de outubro de 2011

MIGRAÇÃO COMO SINAL DOS TEMPOS


Migram as sementes nas asas do vento, migram as aves nas correntes sazonais, migram os peixes para se reproduzirem, migram os animais atrás de melhores ares e melhores pastagens... Enfim, migra o ser humano em busca de um futuro mais promissor. Assim se expressava o bispo de Piacenza, Itália, Dom João Batista Scalabrini, “pai e apóstolo dos migrantes” no final do século XIX. Tempo conturbado pela revolução industrial, marcado por grandes deslocamentos humanos, tanto do campo para a cidade quanto do velho continente europeu para as novas terras da América. Século do movimento, diz o historiador Peter Gay, que estima em 62 milhoes o número de emigrantes que deixam a Europa entre 1820 e 1920.

Como o vento e as aves, que transportam o pólen para a geração de novas flores e frutos, também os seres humanos, em seus deslocamentos de massa, são portadores de sementes de vida nova. Diferentemente do vento e das aves, porém, os migranres, com os valores da própria trajetória histórica, fecundam terras, culturas e outros povos, ao mesmo tempo que recriam civilizações. Se é verdade que no coração de cada pessoa e no coração de cada cultura existem sementes do Verbo encarnado, o ato de migrar, por si só, constitui fator decisivo de evangelização. De maneira consciente ou inconsciente, o emigrante, individual ou coletivamente, leva consigo uma bagagem que servirá de intercâmbio para o enriquecimento dos povos. Daí a expressão do título, extraída de uma das mensagens do Papa Bento XVI para a Jornada Mundial das Migrações.

A fome e a fuga
Atualmente, por toda a extensão do planeta, milhões e milhões de pessoas estão em fuga. No Haiti, Somália, Bangladesh,Indonésia ou Tailândia, fogem de catástrofes naturais, tais como terremoto, inundações ou estiagens prolongadas. Nos países do norte da África ou Oriente Médio, onde se fala de uma primavera árabe, fogem da fúria de tiranias que, com unhas e dentes afiados, insistem em manter o poder a qualquer custo. Em outros países africanos, evitando serem trucidadas por ódios insanos, fogem de tensões, guerras fratricidas e genocídios. Em várias regiões da América Latina e da Ásia, fogem de situações socioeconômicas adversas, tais como a fome, a miséria e a falta de trabalho, ou de conflitos armados que colocam a população entre dois fogos: forças militares, de um lado, e guerrilheiros, de outro. Em não poucas partes do globo terrestre, fogem de enfrentamentos sangrentos, revestidos de uma roupagem ideológica, religiosa ou política. Há os que fogem, por uma parte, repelidos pela pobreza, de outra, atraídos pelas oportunidades do capital e das novas tecnologias, especialmente do hemisfério sul em direção ao hemisfério norte. E há, ainda, os que vivem e trabalham em constante deslocamento, tais como ciganos, marinheiros, caminhoneiros, aeroviários, técnicos, estudantes...

São terremotos de toda ordem que geram tsunamis humanos em ondas cada vez mais expressivas e poderosas. Os rostos são muitos e muito variados: emigrantes/imigrantes, refugiados, itinerantes, deportados, exilados, prófugos, estrangeiros irregulares, migrantes temporários e/ou internos, trabalhadores de distintas categorias. Entrelaçadas são também as rotas que percorrem, cada vez mais complexas e diversificadas. Difícil hoje encontrar um país que não esteja envolvido com o fenômeno migratório, como lugar de origem, como lugar de destino, como lugar de trânsito, ou tudo isso ao mesmo tempo. As migrações tornam-se mais intensas em volume de pessoas e em diversidade de trajetórias. De acordo com estatísticas da ONU, estima-se em mais de 200 milhoes o número daqueles que não residem no país em que nasceram. Número subestimado, uma vez que, por um lado, não contabiliza os que se deslocam temporariamente ou dentro do próprio Estado e, por outro, não dá conta de abarcar a grande maré dos “sem papéis” ou indocumentados.

No século XIX o êxodo rural ou os deslocamentos humanos tinham uma origem e um destino mais ou menos determinados. Também o movimento do nordeste para o sudeste industriazizado, no Brasil, a partir dos anos de 1930-40, obedecia a certo plano de mudar-se para “fazer o futuro”. Em ambos os casos, prevalecia uma desinstalação temporária com vistas a uma nova reinstalação. Como a uma árvore, arrancava-se a pessoa e/ou a família de suas raízes para replantá-la em outro terreno, em geral mais promissor. Muitos europeus e muitos nordestinos transplatavam-se, com o intuito de recomeçar a vida em um novo lugar. Estava mais ou menos implícita a idéia de migração definitiva. Sem dúvida, o sonho do retorno permanecia sempre muito vivo, mas podia ser adiando indefinidamente.

Nas últimas décadas, porém, as migrações ocorrem de forma desordenada e repetitiva. Muitos migrantes empreendem sua trajetória por etapas, passando por vários países, com a meta sempre aberta e retomada de chegar a algum lugar definitivo, notadamente os Estados Unidos ou a Europa. Esse horizonte, porém, esbarra em numerosos entraves, tais como leis cada vez mais rígidas, particularmente depois dos atentados de 11 de setembro/2001, economias fragilizadas e instáveis, criminalização dos migrantes, barreiras aduaneiras... De tal forma que, mais do que uma migração simples, com saída e chegada previsíveis, prevalece hoje um vaivém contínuo e complexo, em todas as direçoes, que pode durar uma vida inteira. Cada ponto de chegada se converte em novo ponto de partida. Não raro, em lugar de meio para chegar a determinado lugar como fim, a migração se converte em um fim em si mesma. Vira uma espécie de modus vivendi.

Crise da modernidade
A fome e a fuga que caracterizam o contexto globalizado da mobilidade humana constituem o maior ponto de interrogação à chamada civilização ocidental. Filha dos “tempos modernos”, esta apontava positiva e euforicamente para as grandes utopias do século XIX. Em nome da razão, da ciência, da tecnologia, do progresso e da democracia (cinco conceitos que formam uma espécie de credo da modernidade), todos os ploblemas seriam resolvidos. O ser humano se emamcipa da tutela divina (Deus é uma hipótese descartável) e se lança à aventura de recriar um mundo sem injustiça, nem desigualdade ou violência. O ser humano desvenda os mistérios do universo, da naturaza, da história e do próprio corpo. Nas palabras de Weber, “o mundo se desencanta” e avança para conquistas inimagináveis.
Mas esse ufanismo dos tempos modernos derrete-se no decorrer do século XX. “Tudo que é sólido se desmacha no ar”, profetizava já em 1948 o Manifesto Comunista. Inicia-se, ainda no final do século XIX, a “crise da modernidade” (Alain Touraine) com os filósofos da suspeita: Marx. Freud e Nietzsche. Inicia-se também a desconstrução do credo moderno e positivista. A barbárie retorna com toda a força: duas guerras mundiais, impérios e formas de colonização, conflitos localizados, a insanidade do holocausto, asimetrias cada vez mais profundas entre ricos e pobres, individualismo exacerbado… O que traz de volta o sagrado em uma multiplicidade de deuses no plural. As verdades se convertem em dúvidas, as respostas em novas interrogações. As perguntas são maiores que nossa capacidade humana de responder, o que caracteriza a crise. Parafraseando Simone Beauvoir, as estrelas se apagam no céu, os marcos desaparecem da estrada e o chão foge debaixo dos pés.

A razão e a ciência engendram um mundo irracional, seja do ponto de vista socioeconômico, seja do ponto de vista político, cultural e ecológico. Razão, ciência e tecnologia, por sua vez, ao mesmo tempo que desenvolvem procedimentos medicinais de ponta, capazes de salvar e prolongar a vida humana e até animal, combinam-se para a criação das grandes máquinas de matar, verdadeiros monstros, com artefatos cada vez mais letais e sofisticados. As referências sólidas da modernidade se liquefazem juntamento com o contrato social, para usar os adjetivos de Zygmunt Bauman.

Migração como “sinal dos tempos”

Nesse cenário, as granes ondas migratórias, quais verdadeiros tsunamis causados pelos terremotos econômicos, políticos, sociais, culturais e naturais, aparecem como um “sinal dos tempos”, em dupla perspectiva. De um ponto de vista negativo, interpelam e denunciam uma civilização que sequer conseguiu oferecer, na terra natal, uma sobrevivência mínima a milhões de seres humanos. Desterrados do solo pátrio, erram pelas estradas do êxodo. Nem cidadãos deste ou daquele país, nem cidadãos do mundo. Trabalhadores para os serviços sujos e pesados, mas sem direito ao status de cidadania. Errantes que nos dirigem olhares e gestos silenciosos, mas nem por isso menos questionadores. O grito dos mutilados da história, dos sem voz e sem vez, justamente por seu silenciado, costuma vir carregado de apelos mais elocuentes.

Em termos positivos, as migrações são um “sinal dos tempos” na medida em que clamam por mudanças. Mudanças urgentes, profundas, substanciais, seja em nível interno de cada nação, seja nas relações internacionais da economia mundializada. Neste caso, os migrantes entram em cena como profetas e protagonistas, às vezes sem o saber, da busca de alternativas. O simples fato de pôr-se a caminho, faz marchar a história. Movem-se e movem as engrenagens da sociedade em permanente mutação. Podem, com isso, apontar veredas novas para horizontes mais largos e abertos, plurais e democráticos, solidários e sustentáveis. Através do processo migratório, como uma entre as várias alternativas de sobrevivência, superam a fome e a fuga, caminhando em busca em de uma nova sociedade e, quem sabe, de uma nova civilização.

Pe. Alfredo J. Gonçalves, CS

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Gincana do Crisma: Aparecida, São José e Matriz

A Comunidade Aparecida da Oswaldo Cruz, aproveitando o clima da Festa da Padroeira enviou as fotos dos 2 murais confeccionados, que estão expostos no salão da Comunidade e também da campanha que realizaram para reunir as caixas de leite, seguem as fotos e os pontos já foram somados.






Enviado por Crisma da comunidade Aparecida.

Comunidade São José

Os crismandos da São José iniciaram a pontuação deles elaborando o mural e fazendo a campanha do papel - Revista.

Livros e Revistas não foram feitos para serem lidos uma vez só, é preciso aprendermos a repassá-las e quando se trata de notícias, coisas que se desatualizam tem muita gente que faz artesanato, cursos que podem ser encontrados nos Centros Comunitários da Prefeitura, como no Dante Sinópolis na Vila Aurea.

A comunidade pertence ao Grupo 1 e está somando mais 200 pontos.




Enviado por João Victor Gomes ( Crisma São José).

Comunidade Matriz - turma da Vânia/ Zuleide e Vera

Essa turma continua sendo a que mais se dedica a Gincana e está mantendo o Grupo 5 na liderança.
A turma apresenta na foto 1, o resultado de duas campanhas: leite e da garrafa Pet ( 200 pontos) realizadas no dia 28/08 e na foto 2, o mural atualizado e mais uma campanha de garrafas pet( 130 pontos) 



Enviado pela catequista Vânia.

 Continuem Participando!!!

sábado, 8 de outubro de 2011

Festa de Nossa Senhora Aparecida

A Comunidade Aparecida - ( Av. Oswaldo Cruz, 50) convida a todos para as comemorações da festa da Padroeira, a novena já teve início no dia 03/10 e vai até o dia 11/10 na própria comunidade a partir das 19h30.

Destaque para a missa das crianças nos dias 09 e 12/10 pela manhã, às 9h e no dia 12 - Procissão, missa campal e quermesse a partir das 17h.



Enviado por Willian Andrade - por email

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Campanha da Fraternidade: Brechó do Crisma





Todos os sites que tratam do tema Sustentabilidade um ponto é comum, a atenção aos três "R" . São eles: reduzir, reutilizar e reciclar!



"Reutilizar, como a bem palavra diz, é usar novamente. Por exemplo, uma blusa que você usou duas ou três vezes e não gosta mais pode vir perfeitamente para um brechó. Alguém pode querer uma igualzinha e, ao invés dela ir para no próximo caminhão de lixo, pode ir para o armário de alguém. Quer outro exemplo? As caixas de papelão que você recebe encomendas em casa podem servir para levar outras encomendas, não havendo necessidade de comprar outras e aumentar ainda mais a quantidade de papel descartado. E se não der para reutilizar? Reciclar é a resposta. Preste atenção no material usado na elaboração do objeto. A Melissa, por exemplo, é feita de PVC. O PVC é 100% reciclável. Portanto, se você tiver certeza de que vai jogar uma Melissa fora, jogue no lixo seletivo. Desta maneira você garante que ela vai ser reciclada e não vai ser mais um objeto a poluir o ambiente." Blog Água Dona da Vida

 Portanto:
  • Vale pensar se você realmente precisa comprar novamente, utilizar de novo, ter um novo mais uma vez. 
  • Vale pensar se aquilo que não te serve mais pode ser importante para o próximo, se você pode repassar, doar, dar ao objeto em questão mais tempo útil de vida e mais do que isso: fazê-lo em condições, não vale repassar roupa suja, sem condições de uso e nem objetos quebrados que não servem para nada. 
  •  Vale reciclar, separe seu lixo, procure detalhes sobre a coleta seletiva em sua cidade, doe em ONGs, ajude aqueles que fazem artesanato de material reciclado. 

Pensando nisso e no clima da Campanha da Fraternidade é importante pensarmos que sustentabilidade é mais do que uma palavra da moda, economizar os recursos naturais, reciclar tudo o que é possível e repassar aquilo que não nos serve mais e ainda pode ser utilizado é uma maneira de contribuir com o meio que nos cerca.

Através dos brechós você pode evitar a confecção de novos produtos e reduzir a geração de lixo e de quebra dar uma incrementada no visual sem gastar quase nada. Na moda, é importante que as pessoas aprendam que o que já não é mais novidade para alguém pode ser o sonho de outra pessoa!

Não é só roupa e objetos de decoração. Livros e revistas não foram feitos para serem lidos uma única vez, repasse, incentive a leitura de outra pessoa.

Não temos como fugir do assunto sustentabilidade. E Portanto lá vai a dica: Reutilize, Customize, Transforme, Reaproveite e Aproveite!!!!


Os Crismandos da Paróquia pedem a ajuda de todos com doações de roupas, objetos e livros que podem ser entregues em qualquer comunidade( as que não tem turma de Crisma, entregar na Matriz, aos domingos após a missa das 9h para um dos catequistas) 

Serão realizados 2 brechós:

  1. Comunidade Matriz – Dia 09/10 às 15h em conjunto com o Desfile do Meio- Ambiente da Infância e Adolescência Missionária 
  2. Comunidade Aparecida ( Oswaldo Cruz) – Dia 16/10, pela manhã e no final da tarde, a partir das 17h – até a hora da Missa. 
PARTICIPEM E INCENTIVEM NOSSOS CRISMANDOS!

CONTAMOS COM VOCÊS!