quarta-feira, 30 de março de 2011

CF-2011 - O Grito da Terra

Vamos fazer um diálogo com a Terra.

Desculpe incomodá-la, Mãe Terra, mas eu gostaria de saber o que está acontecendo com você?

Pois é, você me chama de mãe, e com carinho, mas nem todos os seres me tratam assim. Agradeço sua preocupação. De fato, não ando muito bem, não. Acho que estou um pouco envelhecida e, nos últimos tempos, estou atacada por uma febre que não acaba.

Febre? Como assim?

Pense: você mesmo não tem uma temperatura corporal que se mantém num ponto de equilibrio, em torno dos 36,5.º C? E que, por isso, quando ela começa a passar dos 37º você sente incômodo? E quando alcança ou passa dos 38º você sente dores, calafrios, e é motivo de preocupação com a saúde?

É verdade, a gente sente isso mesmo. E todos se esforçam para descobrir o que está provocando a febre, buscando ajuda da medicina se necessário...

O que vocês buscam é que o corpo volte ao equilíbrio, retomando o ritmo normal da vida. No meu caso, o que está provocando o desequilíbrio está me atacando há muito tempo: há 260 anos, para ser mais precisa. Bem, na verdade, esse não é um tempo tão longo assim, já que eu tenho bilhões de anos... E trabalhei, movida pelas energias de minhas entranhas e pela ação de Deus, todo esse tempo para criar a atmosfera e um clima favorável a vida. Juntando as ações da atmosfera, das águas, das florestas, de todos os seres vivos, numa boa convivência com todos os seres minerais, foi possível criar o que vocês chamam de meio ambiente, que, na verdade, é o bom ambiente para a vida: nem frio nem quente demais, gerando uma media de temperatura boa para os seres vivos.

Puxa, Mãe, não tinha pensado nesse seu trabalho de tanto tempo! Muito Obrigado! Mas como funciona isso de esquentar e esfriar todo tempo, mantendo a temperatura?

Você sabe que a Terra é um pequeno planeta do sistema solar. Ela esfriou na parte externa, mas continua quente em seu ventre. Volta e meia, ainda vêm de dentro labaredas de seu calor, nas bocas dos vulcões. Mas isso não chega a esquentar a temperatura. O que esquenta são os raios do sol. Só que sem os gases e umidade que formam a atmosfera – que muitos chamam de “ar” -, os seres vivos da terra morreriam de calor no primeiro “dia” - isto é, nas horas que a terra fica de cara voltada para o sol. E se sobrevivessem, morreriam de frio à noite, nas horas em que ela se esconde do sol. Então, se a atmosfera se mantém em equilíbrio, entra calor durante o dia, mas só o que ajuda a manter a vida; é a mesma atmosfera deixar sair calor, mas não todo, durante a noite, de tal maneira que se mantenha a vida. Alguns dos gases que formam a atmosfera, de maneira especial o dióxido de carbono, o metano e o óxido nitroso, prestam esse serviço de guardar parte do calor do sol.

Iche, acho que, agora, começo a desconfiar que sua febre tem a ver com o desequilíbrios da atmosfera. É isso mesmo?

É, sim. Do equilíbrio na composição da atmosfera depende a média da temperatura de todo o Planeta; e por meio dela, o equilíbrio mais ou menos estável de ventos, de formação de nuvens, do equilíbrio entre gelo e água em forma líquida, de movimento de mares, de neves das partes altas, de tempos de chuva e tempos secos... Quase tudo que tem a ver com a biodiversidade, incluída a vida humana, depende do equilíbrio da atmosfera e sua relação com os demais elementos que formam o que sou, a Terra. O problema, para mim e para todos os seres vivos, é que algumas coisas feitas pelos seres humanos foram provocando, e agora estão agravando cada dia mais, o desequilíbrio da atmosfera.

Como é que se deu isso? Quem fez? Será que eu também?

Acho que até você tem uma coisa a ver com isso. O número dos grandes culpados, porém, não é tão alto, mas seu poder, ganância, dureza de coração e irresponsabilidade são imensos. São os que geraram e continuam gerando riquezas para si por meio da transformação de tudo em propriedade privada e mercadoria, por meio do envolvimento das pessoas no consumo do que é vantajoso para eles e, ainda, por meio das artes loucas de fazer dinheiro a partir do dinheiro, com a especulação. O pior é que, para isso, não tiveram dúvida de ir me depenando, derrubando florestas, contaminando córregos, rios e todos os veios do solo; não tiveram dúvidas de rasgar meu ventre, para tirar de lá pedras belíssimas, minerais, óleos e gases fósseis, usando esses bens naturais como propriedade deles e como fonte do seu enriquecimento. Como precisavam cada vez mais de energia, ao queimar as fontes fósseis – carvão, petróleo, gás – foram liberando o gás carbônico – na forma de dióxido de carbono (CO2) – para a atmosfera, junto com outros gases, como o metano e o óxido nitroso, gerando o desequilíbrio de que estamos falando.

Mas isso de gerar dióxido de carbono não é coisa natural? Como é que se manteve o equilíbrio antes dos últimos 260 anos?

De fato, os seres vivos, a começar dos humanos, geram dióxido de carbono e o jogam na atmosfera ao expirar. Mas as plantas, em grandes florestas, bem como as algas e outros seres vivos dos mares, absorvem o dióxido de carbono e, em seu processo vital, geram e liberam oxigênio, alimento indispensável para os demais seres vivos. Mantinha-se, então, um relativo equilíbrio. O que aconteceu nos últimos 260 anos? Dois movimentos geradores de desequilíbrio: emissão de quantidade crescente de dióxido de carbono e outros gases na atmosfera, e diminuição dos seres vivos capazes de absorver o dióxido de carbono. Resultado: cada vez maior a quantidade de gases que guardam calor do sol na atmosfera, o que provoca aumento da temperatura da Terra, e isso leva às demais mudanças climáticas. A “estufa” em que os seres vivos vivem foi se esquentando, seja porque entra mais calor por causa do buraco de ozônio, seja porque os gases jogados na atmosfera não deixam sair todo o calor que entrou.

Entendi: é por isso que se fala de gases e efeito estufa: eles mexem no equilíbrio da estufa. Obrigado, Mãe, o papo foi muito bom, mas eu tenho o compromisso de reunir a comunidade para falar deste assunto.

(Fraternidade Viva - CNBB)

sábado, 26 de março de 2011

Encontro dos Padres Sacalabrinianos




Na primeira semana de fevereiro, um grupo de vinte e cinco jovens sacerdotes da congregação dos missionários de São Carlos ( carlistas/ Scalabrinianas) esteve reunido na capital de São Paulo para o encontro anual de estudos e reflexão sobre a missão e carisma scalabriniano.

Entre os encontristas eles os padres de nossa Paróquia o Pe. Jean Jacky Genestè e o Pe. Ricardo José Guesser.

Fonte: Blog da Diocese de Santos

quarta-feira, 23 de março de 2011

Seja bem-vindo Pe. Ricardo

Pedimos ao recém chegado padre Ricardo José para se apresentar à Paróquia com um breve histórico e, gentilmente, nos atendeu com o resumo abaixo:

"Sou o Padre Ricardo José Guesser. Nasci no dia 28 de julho de 1978 em Campos Novos-SC. Filho de agricultores, sou o último dos quatro filhos (um já falecido). Desde criança manifestei meu desejo pela vocação sacerdotal. Em 1993 ingressei no seminário, na minha cidade natal, para cursar o Ensino Médio. Em 1997, fui para Passo Fundo-RS onde estudei Filosofia. Em 2000 fui para Porto Alegre-RS fazer o ano do Noviciado, que é a preparação para os primeiros votos religiosos na Congregação Scalabriniana. Fiz então minha consagração no dia 07 de janeiro de 2001. Vim em seguida para a cidade de São Paulo onde cursei teologia até dezembro de 2004. Neste período fui ordenado diácono em agosto de 2004 e sacerdote no dia 29 de janeiro de 2005, em minha cidade, em Santa Catarina.

Após a ordenação assumi o Centro Pastoral dos Migrantes, em Cuiabá-MT, onde fiquei responsável por aquela casa de acolhida, alem de auxiliar na Paróquia. Em 2006 fui destinado para o Peru. Trabalhei na Pastoral Vocacional, no Seminário e na Paróquia. Ao final de 2008 cheguei ao norte do Chile; trabalhei na Pastoral Migratória com bolivianos, peruanos, paraguaios e colombianos. Por último, em 2010, fui para uma paróquia na zona norte do Rio de Janeiro.

Cheguei em Vicente de Carvalho dia 28 de dezembro de 2010 e estou ainda conhecendo as comunidades e pessoas. Por enquanto ainda não tive um contato mais próximo com cada um, mas com o tempo chegaremos a isso. Sei que os desafios são grandes, mas venho com alegria e com vontade de colaborar nessa vossa caminhada de fé. Sei que não tenho muito o que ensinar, mas aprenderei muito com vocês.
Contem com minha amizade e disponibilidade para servir.

Um abraço e o desejo de uma caminhada conjunta entre nós
Pe. Ricardo José Guesser


Obrigado Pe. Guesser e Pe. Claudino. Nossa comunidade, juntamente com o Pe. Jacky os recebem de braços abertos e se colocam à disposição para seguir colaborando, agora "sob nova direção", mas sempre sob a inspiração maior de Nosso Senhor Jesus Cristo. Vamos pedir também ao Pe. Claudino um breve relato de sua vida, para que os leitores possam conhecê-lo mais um pouco. Aguardem o próximo número do "De Mãos Dadas".

Publicada no Boletim De Mãos Dadas edição de janeiro/ fevereiro de 2011.

sábado, 19 de março de 2011

O tempo de Deus


Em alguns momentos, as pessoas tem a impressão de que Deus está muito distante como se estivesse indiferente as nossas necessidades, sem pressa alguma em nos atender. Surge, a partir daí, uma tensão, entre a nossa pressa e a aparente demora de Deus. O resultado, não raro, é a sensação de abandono, de agonia e de impotência total.

Há três reflexões que precisamos fazer nessas ocasiões:

  • A primeira, Deus não tem pressa! O agir de Deus como Senhor do tempo, da vida e da história é na exata medida de sua precisão.Ele é perfeito em tudo que faz. A pressa é própria do homem. Nossas neuroses não combinam com a paciência de Deus, sendo sempre bom lembrar que a nossa pressa não altera a ordem natural das coisas. O fluxo da vida é como o leito de um rio, que corre sozinho, sem pressa que ninguém precise apressá-lo.

  • Em segundo lugar, a aparente demora de Deus deve ser entendida por nós como um tempo pedagógico.Enquanto esperamos, Ele nos está ensinando algo.Muitas vezes, é na expectativa da espera que encontramos tempo para um mergulho em nossa interioridade, mudamos nossas percepções, refletimos sobre nossos valores, sentimentos e prioridades. Esperar origina uma forma de aprender.Quando esperamos por Deus, estamos aprendendo com ELE.

  • Uma terceira reflexão que deparamos no espaço do tempo entre a procura e a resposta, é que na vida nada melhor que um dia após o outro. O tempo sempre nos traz á luz aquilo que não conseguimos enxergar de imediato, porque a pressa encobre nossa visão. Consequentemente, a paciência produz a experiência, e a experiência nos conduz á esperança. Quem quiser colher frutos no futuro, precisa aprender a plantar esperança e paciência. Logo, por que apressar o rio se ele corre sozinho e naturalmente?

A cultura do imediato, das respostas prontas, da comida rápida e das demais neuroses que a sociedade moderna nos impõe, acaba roubando de nós a paciência, uma das virtudes mais indispensáveis para quem quer viver uma vida melhor, e colher os frutos de um amanhã salutar.

A vida desenvolve uma contínua construção, sempre inacabada, que exige repensar valores, vivenciar novos sentimentos, aprender novas lições, conquistar novos espaços e vislumbrar novos horizontes. A vida é pedagogia pura. Ela é um aprendizado forjado nas lições do cotidiano.

Deixemos pois, que cada dia dê conta de si mesmo, e que despeje suas águas turvas, cheias de mazelas e tensões, sempre ao pôr do sol. Tenhamos sempre em mente que Deus está no controle de tudo inclusive do tempo. Porque, então apressar o rio?

( autor desconhecido)

quinta-feira, 17 de março de 2011

Aconteceu: Cerimônia da Crisma


No domingo dia 06 de março, na missa das 9:00 horas na Matriz, com a presença do Bispo Diocesano - Dom Jacyr Francisco e o Pe. Ricardo, 38 pessoas, entre jovens e adultos, receberam o sacramento da confirmação.

A realização desta cerimônia, independente da quantidade de crismandos envolve muita gente da comunidade e sempre proporciona uma grande partilha.

Parabéns aos, agora, crismados e as catequistas Vânia e Zuleide.

Na semana passada, final de semana de 12 e 13 de março tiveram início 16 novos grupos de catequese em preparação ao sacramento da Crisma.

Pedimos em orçaõ, que nossos catequistas e líderes sejam luz e que nossos crismandos sejam perseverantes e se deixem transformar a fim de trilhar uma bonita caminhada de fé.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Hino da CF 2011


1. Olha, meu povo, este planeta terra:
Das criaturas todas, a mais linda!
Eu a plasmei com todo amor materno,
Pra ser um berço de aconchego e vida. (Gn 1)

Nossa mãe terra, Senhor,
Geme de dor noite e dia.
Será de parto essa dor?
Ou simplesmente agonia?!
Vai depender só de nós!
Vai depender só de nós!

2. A terra é mãe, é criatura viva;
Também respira, se alimenta e sofre.
É de respeito que ela mais precisa!
Sem teu cuidado ela agoniza e morre.

3. Vê, nesta terra, os teus irmãos. São tantos...
Que a fome mata e a miséria humilha.
Eu sonho ver um mundo mais humano,
Sem tanto lucro e muito mais partilha!

4. Olha as florestas: pulmão verde e forte!
Sente esse ar que te entreguei tão puro...
Agora, gases disseminam morte;
O aquecimento queima o teu futuro.

5. Contempla os rios que agonizam tristes.
Não te incomoda poluir assim?!
Vê: tanta espécie já não mais existe!
Por mais cuidado implora esse jardim!

6. A humanidade anseia nova terra. (2Pd 3,13)
De dores geme toda a criação. (Rm 8,22)
Transforma em Páscoa as dores dessa espera,
Quero essa terra em plena gestação!

Composição: Pe. José Antônio de Oliveira / Casimiro Nogueira

terça-feira, 8 de março de 2011

Grupo JUSC faz homenagem às senhoras do asilo Santa Rosa




O grupo de Jovens JUSC (Comunidade Sagrado Coração de Jesus) retornou ao Asilo do Santa Rosa, neste último domingo (06). Tendo em vista o dia Internacional da Mulher e uma vez que no asilo só há senhoras, aproveitaram a ocasião e homenagearam cada uma com uma rosa.




Foi uma tarde totalmente impagável. Foi gratificante ver o sorriso delas recebendo uma flor e todo o carinho de todos os jovens presentes. Tinha senhoras que mesmo com movimentos limitados se esforçavam pra agradecer, pra afagar com um abraço. O abraço mais gostoso. Vi e senti lágrimas caindo. Me emocionei em meio a tantas senhoras guerreiras. Uma verdadeira lição de vida.

Emilly Brito, 18, coordenadora PJ






E com um carinho mais que especial, um belo sorriso nos lábios de cada uma que nos acolheu, sentimos a presença de Maria em cada mulher vencedora que alí estava! Foi uma experiência mais que recíproca. Se pudéssemos repetir tal ato, tenho certeza de que faríamos todos os dias como se fossem a primeira vez! Que Deus abençõe, proteja, dê saúde e mais motivos de felicidades a todas estas senhoras!

Uesley Brito, 19 , coordenador PJ/JUSC




Sabe o que é sentir muitos corações transbordando de amor ao teu redor?Sabe o que é se sentir, mesmo que por um breve momento, parte de cada família? Todos aqueles braços macios, pesados pelos anos, que tanto já lavaram, passaram, trocaram fraldas e que agora não são sequer lembrados pelos filhos e netos, esperando por um abraço. Por alguns minutos nós fomos os filhos e os netos que elas tanto esperavam. Algumas derramaram lágrimas de emoção, outras mal lembravam o que era uma rosa (e isso de fato me tocou muito) mas, a nossa missão foi um sucesso, plantamos carinho e colhemos um sentimento gratificante e impagável – amor.

Allan Vieira, 18, integrante JUSC




O mais duro é saber que aquelas guerreiras de 70,80 até 96 anos, não recebem visita de ninguém. Mulheres que sofreram, tiveram muitas derrotas e vitórias, estão ali, ‘acamadas’, indefesas, e sem as pessoas que tanto deram amor. Tem uma frase que diz: ‘ As crianças são o futuro da nação’, mas um futuro não existe sem passado e sem presente, essas mulheres fizeram o nosso passado, e no presente é novo dever cuidar delas, como cuidamos de nossas crianças. Eu só tenho a agradecer a Deus por toda essa oportunidade de ajudar uma vó, um vô. Isso é o que Jesus pregou para nós, sejamos um pouco dele, e veremos o poder que tem esse gesto.

Giovani A. Oliveira,23, integrante JUSC


O asilo chega a gastar 180 fraldas por dia e pede doações. Mas a verdadeira doação é quando você oferece sua presença, seus ouvidos ... É uma experiência e tanto, vale a pena dedicar um tempo a essas senhoras fantásticas.



Colabore:
A.V.I.S.A. da Sociedade São Vicente de Paulo
E-mail: avisa.guaruja@yahoo.com.br
End: R Azuil Loureiro 1435 - Vl Stª Rosa
CEP: 11430-111 - Guarujá / SP
Tel (13) 3358-2893/ 3358-0276
Visitas: domingo a domingo 16hs as 17hs

Dia Internacional da Mulher


Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como “Dia Internacional da Mulher“. De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo.


Mulheres mostram que mesmo através da fragilidade.

São fortes o bastante para erguerem sempre cabeça
Sem desistir, pois sabemos que são capazes de vencer.

Tem a delicadeza das flores
A força de ser mãe,
O carinho de ser esposa,
Reciprocidade de ser amiga,
A paixão de ser amante,
E o amor por ser mulher!

São guerreiras, vencedoras,
São sempre o tema de um poema
Distribuem paixão, meiguice, força, carinho, amor.

São um pouco de tudo
Calmas, agitadas, lentas!
Vaidosas, charmosas, turbulentas.

Mulheres fortes e lutadoras.
Mulheres conquistadoras
Que amam e querem ser amadas
Elegantes e repletas de inteligência

Com paciência
O mundo soube conquistar.
Mulheres duras, fracas.
Mulheres de todas raças
Mulheres guerreiras
Mulheres sem fronteiras
Mulheres… Mulheres…

( autor desconhecido)


A todas as mulheres que renovam o dia a dia através de sua fé, de seu amor e sua luz, guerreiras, espiritualizadas e amigas. Fortes e frágeis ou simplesmente mulher. Que hoje e sempre Maria seja seu exemplo.

terça-feira, 1 de março de 2011

Santos de calça jeans



Você passa a semana inteira na correria ... trabalho, faculdade e tantas outras ocupações. Chega o fim de semana e você quer curtir a família, sair com os amigos, passear... e se define muito cansado para ir a igreja. Tempo há. Sempre há.
Trabalho, estudo, passeio ... como todo jovem. Mas meu domingo é sagrado. É Dele. É meu momento mais revitalizante depois de uma semana daquelas, depois de tantos problemas, o refúgio é ali, o aconchego.
Não que você vá encontrar isso necessariamente nas dependências físicas da Igreja mas na sua fé continuada, nas pessoas que caminham com você, nos ensinamentos da Bíblia, na paz de Cristo.
Os jovens precisam mudar a idéia de que igreja é sinônimo de orações rotineiras ou preces automáticas. Pelo contrário, ela é louvor, é agradecimento a cada nova conquista a cada nova queda também que lhe renda aprendizagem. Ela é partilha. É vivência.
A igreja precisa de jovens, somos o calor do Espírito Santo na comunidade.
Sim, jovens! Cristo nos quer em seu reino, ele nos quer e nos aceita em nosso estilo, em nossas idéias, nossos limites... Somos juventude, força e vida!
Como o próprio Papa João Paulo II disse certa vez:



" Precisamos de santos de calça jeans e tênis [...] Precisamos de Santos modernos, santos do século XXI, com uma espiritualidade inserida em nosso tempo.Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças sociais. Precisamos de Santos que vivam no mundo, se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo."

Porque seguir? Tem uma música do Anjos de Resgate, chamada Peregrino do Amor que passa uma forte mensagem do que me leva e leva a tantos outros a seguir Jesus.



Quanto já me emocionei ao ouvir a tua voz
Quanto já chorei ao ler o que escreveu a nós
Pregou com tua vida e fez a igreja assim crescer
O mundo deu perseguições e Deus te deu consolações
O teu amor embriagou o mundo
Que fez a tantos jovens mergulharem mais fundo

És o Peregrino do Amor
Buscou os jovens com tanto ardor
Ninguém jamais andou por tantas terras
Nem levou a paz a tantas guerras
Tentaram até calar a tua voz
Em troca revelou o Céu a nós
Um Mendigo do meu Senhor
Por isso eu te sigo
Peregrino do Amor

Olhando tua agonia só posso imaginar
Que a própria Virgem Maria veio te buscar
E com os anjos te levou ao mais lindo lugar
E todos os Santos lá estavam a te esperar
Foi por ter buscado a tantos jovens
Em tua páscoa a juventude veio a ti

Tão grande era a força do teu bem
Que até os maus vieram e te buscaram também
És o Peregrino do Amor
Buscou os jovens com tanto ardor
De tuas fraquezas não nos fez segredo
E deu a ordem pra não termos medo
A fé não está no corpo que se inclina
Mas está na alma do que crê
Eu creio que és o nosso intercessor
Por isso eu te sigo
Peregrino do Amor



Emilly Brito